quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Lágrimas contidas.



Quem dera as lágrimas rolassem sem dor, como numa gargalhada surtada, que esconde uma tristeza encantada. Meus medos eu oculto nas sombras do meu olhar, e muitas vezes dou risada para não chorar, mas chorar pra quê se as lágrimas não trazem a solução?! Mais de certo, ao menos acalmam o coração inquieto que insiste em bater mesmo sem uma razão além da vida.
Vou me permitir fugir novamente, vou chorar todas as lágrimas contidas, e recorrer aos meus medos o pior dos conselheiros, meus maiores anseios vou arquivar temporariamente, mais não deixarei de sonhar e seguir incessantemente minha busca pelo desconhecido. Quem sabe no caminho eu me depare com minha maior verdade.
Vou sair sem rumo, vou ali e já volto...

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