sexta-feira, 6 de maio de 2011

Um brilho.





Do mais belo beijo,
Resta-me apenas a lembrança.
Da realidade sonhada,
Resta-me apenas o que eu vivi.
Do mais sincero olhar,
Um brilho para recordar.

Lembranças de uma mente sem memória.







No tempo que dura um instante,
Foi onde se perdeu a razão.
Me encontrei perdida novamente,
Na trilha onde se esconde a ilusão.
Em vão, não foram as palavras,
Mas sim todos os gestos esquecidos.
E ao acordar notei, tudo já havia acontecido.
Só restavam lembranças de tudo que ainda não vivi.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Esta acionado o Foda-se!


Garoto, assuma seus erros, você mentiu e tem que aguentar as consequências.
Você teve a chance de falar a verdade pra quem devia, e não fez.
Alguém fez, sei la porque mais fez, incrível como a verdade sempre aparece.
Garota, vai se tratar, pois você tem probleminha.
Pare de vasculhar e procurar detalhes irrelevantes.
É isso mesmo, mentiram pra você.
É como você disse:
 "Eu fui a ultima a saber, mais garanto que muita gente já sabia!"
Vou lhe mostrar a parte realmente relevante nessa história:
"Você foi a última a saber."
Eu, pretendo seguir como estava.
Levando minha vida numa boa.
Me retiro definitivamente dessa história.
Na verdade eu nem deveria ter entrado nela...
Qualquer novidade sobre esse caso,
Peço que se pensarem em me enviar, queimem, deletem, e me deixem fora disso.



 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Surto de carência. Parte II



Queria um abraço que afastasse todos meus medos
Um beijo que me arranque sorrisos
Um gesto que mudasse meu dia
Uma palavra pra gerar consequência
Uma saudade pra se sentir sem dor, e gostar

Ter algo a quem dizer sem pensar
Dizer apenas o que sentir
Não pensar nas consequências
Esquecer das horas, não sentir o tempo passar
Sentir o coração bater, o ar faltar

Quero alguém que me diga que pode fazer tudo ser diferente
Quero uma voz para querer escutar
Um sorriso para admirar,
Um olhar para observar sem em nada mais pensar
E me perder no instante em que suas mãos me tocar

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Lágrimas contidas.



Quem dera as lágrimas rolassem sem dor, como numa gargalhada surtada, que esconde uma tristeza encantada. Meus medos eu oculto nas sombras do meu olhar, e muitas vezes dou risada para não chorar, mas chorar pra quê se as lágrimas não trazem a solução?! Mais de certo, ao menos acalmam o coração inquieto que insiste em bater mesmo sem uma razão além da vida.
Vou me permitir fugir novamente, vou chorar todas as lágrimas contidas, e recorrer aos meus medos o pior dos conselheiros, meus maiores anseios vou arquivar temporariamente, mais não deixarei de sonhar e seguir incessantemente minha busca pelo desconhecido. Quem sabe no caminho eu me depare com minha maior verdade.
Vou sair sem rumo, vou ali e já volto...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Poema de amor, sem amar.


Faça-me renascer.
Me ensina a amar sem sofrer.
Me devolva o sorriso encantado,
E me de outro beijo roubado.
Me leve ao céu,
Mais me traga de volta.
Me faça sentir sua falta.
Devore-me aos poucos,
Sufocante e lentamente.
Invada minha mente,
Percorra minha alma,
E me resgate do sufoco,
Que é amar sem ter a ti.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Murro em ponta de faca.



Eu sei os fatos.
Conheço cada ato.
Sei dos meus sentimentos contidos.
Dos meus segredos adormecidos,
Das lágrimas incessantes,
Do medo constante.
Intuo possíveis arrependimentos.
E mesmo assim, ajo por impulso.
Em tombos constantes.
Eu me perco, tentando me encontrar.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Palavras embriagadas.


É como se tudo fizesse sentido num instante
Como se a maior insanidade parecesse natural
Você viaja nas ondas do som
E por ele se deixa levar
Sem pressa, sem rumo
Livre pra agir e reagir
Deixe-se levar pelo momento
Depois ao raiar do sol
A ressaca lhe consome
O corpo reage por impulso
A mente desperta lentamente
Os pensamentos saltam inquietos
E aos poucos tudo volta no lugar

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dancei conforme a música.

 

  Muito deixei a dizer
  E fiz muito do que eu disse
  Fiz muito do que não deveria fazer
  De nada me arrependo
  Tudo é válido quando há um fundamento
  E quando faltou a razão
  A emoção dominou e muito
  E nem por isso fui feliz
  E nem infeliz, apenas vivi
  Me permiti, apenas me permiti
  Dancei conforme a música
  Senti o som quando desejei o silêncio
  E me perdi quando me encontrei novamente
  Perdida em tudo que não procurei
  Envolta em novos pensamentos
  Antigas emoções tão desejadas
  E tudo transcorreu assim
  Sem regras, numa dança sem fim.


 

Fim de ano....

 Fim de ano, Natal, Reveillon, e assim se encerra mais um ciclo. Um novo ano surge, assim da noite pro dia, e com ele traz novas promessas, esperança, uma sede de renovação, e muitas novidades.


 Bom, meu Natal, foi ótimo, de verdade eu não esperava que fosse me divertir tanto, mais valeu a pena diversificar, passar ao lado da familia que matinha menos contato, é bom quebrar barreiras, ou melhor na verdade é ótimo descobrir que não há barreiras e nem tem porque ter, se na verdade a familia é uma só.
 














 Reveillon, uma pequena festinha organizada aqui em casa, uma galera da familia, os amigos, os agregados, e assim se formou uma trip de umas 30 pessoas, foi muito bom. Foi triste não ter viajado, mais se é pra ficar em sampa que façamos ao menos valer a pena, e com certeza foi o que fizemos. Amei a presença de cada um, foi uma virada inesquecivel!